Letras Programas Especiais  Shows Dicas de CD  Promoções  Canais:
   Página principal  Envie-nos um email  Escute a rádio! 

  Download de música?
Pesquise o artista:






» Um pouco da história dos grandes nomes da MPB.

 Nara Leão

Com um ano de idade mudou-se para o Rio de Janeiro com a família. Em 1954 começou a aprender violão com o violinista e cantor Patrício Teixeira, passando em seguida a estudar com Roberto Menescal. Ainda como amadora, participou de 1957 a 1959 de shows universitários com os integrantes do movimento Bossa Nova, que então se iniciava, ao mesmo tempo que trabalhava como repórter do jornal 'Última Hora'.

Sua casa passou a ser o ponto de encontro de compositores e cantores do movimento Bossa Nova, mas só em 1963 realizaria sua estréia como profissional, trabalhando ao lado de Vinícius de Moraes e Carlos Lira, na comédia musical 'Pobre Menina Rica', de autoria dos dois compositores, apresentada na boate carioca 'Au Bon Gourmet'. Ainda nesse ano fez suas primeiras gravações: participou da trilha sonora do filme 'Ganga Zumba, rei dos palmares' de Carlos Diegues, em que cantou 'Naná' de Moacir Santos; e também gravou duas faixas no LP de Carlos Lira 'Depois do Carnaval': a marcha-rancho 'Marcha da Quarta-Feira de Cinzas' de Carlos Lira e Vinícius de Moraes e o sambalanço 'Promessas de Você' de Carlos Lira e Nelson Lins e Barros. Ainda em 1963 excursionou pelo Japão e pela França com Sergio Mendes.

Em 1964 gravou seu primeiro LP, 'Nara', pelo selo Elenco, lançando varias músicas que se tornariam importantes, como 'Diz que fui por aí' de Zé Ketti e H. Rocha, 'Consolação' de Baden Powell e Vinícius de Moraes, 'O Morro (Feio não é bonito)' de Carlos Lira e Gianfrancesco Guarnieri) e, 'O Sol nascerá' de Cartola e Elton Medeiros. Esse disco provocou grande polêmica pois a 'musa da Bossa Nova', como era apelidada, havia escolhido um repertório frontalmente contrário ao que vinha interpretando. Ainda em 1964, gravou seu segundo LP 'Opinião de Nara', agora na Philips, cantando 'Chegança' de Edu Lobo e Oduvaldo Viana Filho e 'Opinião' de Zé Ketti. Em Dezembro de 1964, ao lado de Zé Ketti e João de Vale, apresentou-se com muito sucesso no show 'Opinião', de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, dirigido por Boal, no Teatro Opinião, no Rio de Janeiro.

Em 1965 lançou Chico Buarque, interpretando as músicas 'Pedro pedreiro' e 'Olé, olá' e participou do show 'Liberdade, Liberdade' de Flávio Rangel e Millor Fernandes, dirigido por Flávio, no Teatro Opinião.

No ano seguinte, gravou o LP 'Manhã de Liberdade', na Philips. Também em 1966, no auge da carreira, interpretou 'A Banda', com seu autor, Chico Buarque, no II FMPB, da TV Record (São Paulo) classificando-a em primeiro lugar, ao lado de 'Disparada' de Geraldo Vandré e Théo de Barros. Defendeu em 1967, no III FMPB, 'A estrada e o violeiro', ao lado de seu autor, Sidney Miller, que ganharia o prêmio de melhor letra.

Nos anos de 1966 e1967, teve um programa semanal com Chico Buarque, na TV Record de São Paulo, 'Pra ver a banda passar'. Em 1967 gravou o LP 'Canto Livre de Nara'.

Em 1968, aderiu ao movimento Tropicalista, participando do LP-manifesto, 'Tropicália ou Panis Et Circensis', ao lado de Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes e outros. No mesmo ano fez a gravação de seu LP 'Nara Leão', que incluía, entre outras, o choro 'Odeon' de Ernesto Nazaré e contava com a regência de Rogério Duprat. No ano seguinte mudou-se para Paris, onde gravou um novo LP.

Ainda em Paris, gravou, em 1971, o LP 'Dez anos depois', pelo selo Ploydor, um álbum retrospectiva da Bossa Nova. Voltou para o Brasil nesse ano e em 1972 trabalhou, ao lado de Maria Betânia e Chico Buarque, no filme 'Quando o Carnaval Chegar', de Carlos Diegues, seu marido.

Nos anos seguintes, afastou-se aos poucos da carreira, limitando-se a realizar algumas gravações e raras apresentações, tendo ainda ingressado no curso de pscicologia, da PUC do Rio de Janeiro. Participou de gravações de LPs de outros artista e de discos em parceria.

No fim da década de 70 saíram os LPs: 'Meus amigos são um Barato' (1977, Ph

 Discografia



 Lenine

Cantor, compositor, arranjador, músico e produtor. Poucos artistas reúnem talento em tantas atividades. Já no começo dos anos 80, o público, perplexo, via Lenine e seus companheiros invadindo o palco com bumbos rústicos, entoando tradicionais maracatus pernambucanos com uma linguagem pop e equilibrando os acentos regionais de sua música. Cerca de 15 anos ainda se passariam até que o gênero fosse aceito em âmbito nacional e Recife (PE) fosse vista como um novo pólo de criação musical no Brasil.

Aos 17 anos, em sua Recife natal, Oswaldo Lenine Macedo Pimentel montou com um amigo a loja de discos Wave, para estar mais perto dos desejados LPs importados. Só então ele despertaria para a música brasileira. Dois anos depois, foi acompanhar o nascimento de seu primeiro filho, no Rio de Janeiro (RJ), onde pretendia passar um ou dois anos, mas foi ficando, ficando... Inscreveu-se no festival MPB Shell 81 com a música "Prova de fogo", de sua autoria. No ano seguinte, gravou seu primeiro disco, "Baque solto", em parceria com Lula Queiroga. Em 1993, em dupla com Marcos Suzano, lançou o segundo LP, "Olho de peixe". Quando viu, já tinha adotado o Rio.

Nesse tempo, Lenine se revelou um compositor de mão cheia. Hoje, mais de 500 músicas levam sua assinatura, sendo que cerca de cem delas já foram gravadas por ele ou outros artistas. Esta rica obra inclui até mesmo oito sambas-enredo campeões do carnaval de rua carioca.

Em 1997, Lenine lançou seu primeiro disco solo, "O dia em que faremos contato", considerado um marco da MPB por unir acústica, tecnologia eletrônica, raízes regionais e linguagem pop internacional para dar novos rumos à música brasileira. O CD lhe rendeu dois prêmios Sharp.

Após uma grande turnê nacional, Lenine se apresentou na Cité de la Musique, em Paris, em 1999, o que alavancou sua carreira na Europa. No mesmo ano, ele lançou o CD "Na pressão", que revelava toda a diversidade brasileira ao misturar maracatu, xote, samba, rap, coco, jungle, xaxado e trip hop. Lenine se colocava como um "cronista sonoro" do Brasil de fim de década/século/milênio, radiografando fielmente o cotidiano da nação.

Desde então, Lenine tem feito shows em dezenas de países. Em três anos, ele se apresentou para mais de 800 mil pessoas no exterior. Em 2001, este pernambucano de alma carioca esteve em 14 cidades da França, onde seu público é mais significativo e "Na pressão" vendeu 30 mil cópias, sendo sempre apontado como um dos nomes mais representativos da nova música brasileira.

O ano de 2001 marcou a presença de Lenine no cinema e no teatro, visto que o artista assinou a direção musical do filme "Caramuru - A invenção do Brasil", de Guel Arraes, e da trilha sonora da peça "Cambaio", de Chico Buarque e Edu Lobo. Na TV, suas músicas estiveram nas novelas "As filhas da mãe" e "O clone", além do infantil "Sítio do Picapau Amarelo".

Lançado simultaneamente em dez países, "Falange canibal", álbum de 2002, contou com participações especiais de diversos artistas brasileiros e estrangeiros de variadas vertentes musicais. Lenine segue sua viagem inovadora sem encontrar as tais barreiras supostamente impostas pela língua.

Fonte: www.bmg.com.br

 Discografia



1 - 2 | 3 - 4 | 5 - 6 | 7 - 8 | 9 - 10 | 11 - 12 | 13 - 14 | 15 - 16 | 17 - 18 | 19 - 20 | 21 - 22 | 23 - 24 | 25 - 26 | 27 - 28 | 29 - 30 | 31 - 32 | 33 - 34 | 35 - 36 | 37 - 38 | 39 - 40 | 41 - 42 | 43 - 44


Tempo Tempo Tempo Tempo MARIA BETHÂNIA

$49.90